Moças do Rio
Gênese
Verônica era uma pessoa qualquer, sorriso belo, olhar vago, pernas tortas, alma azul (assim ela imaginava), e desatinava às vezes (como qualquer adolescente). Tinha lá seus 17 anos, alma de 25 (assim ela imaginava) e uma vontade quase constante de viajar o mundo. Dormia todo dia a pensar se já nascera como assim pensava ser, ou se era produto de forças que desconheçera até então.Certa vez perguntara a sua mãe a respeito destes pensamentos, esta redarguiu que a filha procurasse urgentemente por um namorado.Enfim, Verônica morava próximo ao rio, na pequena cidade Liberdade (Rua Sol, número 56, Bairro Esperança), neste mesmo lugar crescera e aí mesmo almejava morrer.
Maria era uma pessoa qualquer, sorriso conveniente, cabelos tinturados, corpo acadêmico, alma rosa (assim eu imagino), e desatinava às vezes. Ao completar seus 18 acreditava-se enfim adulta e liberta, pois enfim ganhara carro própio, este presente do pai. Dormia todo o dia, acordava e postava-se a pensar nas baladas, ou nas próximas intrigas intricadas do BBB.Certa vez, indagou seu pai a respeito destas baladas, até hoje aguarda o comentário, desconfia defeito na secretária eletrônica do escritório. Enfim, Maria morava no Rio de Janeiro, típica habitante classe média do Leblon (Rua....Perdão!!! sem mais detalhes), neste mesmo nefasto ambiente crescera e daí mesmo anseiava sair.
O que unia Maria e Verônica além do inconstante desatino da puberdade? Nada. Mas, surpresas acontecem, e há quem diga, que não há mais nada de belo que contemplar as virtuosidades do estocástico.E assim, sem mais rodeios, uma tarde de quarta-feira, em palco até então desconhecido, marcaria para sempre os destinos e desatinos destas duas mulheres.
Maria era uma pessoa qualquer, sorriso conveniente, cabelos tinturados, corpo acadêmico, alma rosa (assim eu imagino), e desatinava às vezes. Ao completar seus 18 acreditava-se enfim adulta e liberta, pois enfim ganhara carro própio, este presente do pai. Dormia todo o dia, acordava e postava-se a pensar nas baladas, ou nas próximas intrigas intricadas do BBB.Certa vez, indagou seu pai a respeito destas baladas, até hoje aguarda o comentário, desconfia defeito na secretária eletrônica do escritório. Enfim, Maria morava no Rio de Janeiro, típica habitante classe média do Leblon (Rua....Perdão!!! sem mais detalhes), neste mesmo nefasto ambiente crescera e daí mesmo anseiava sair.
O que unia Maria e Verônica além do inconstante desatino da puberdade? Nada. Mas, surpresas acontecem, e há quem diga, que não há mais nada de belo que contemplar as virtuosidades do estocástico.E assim, sem mais rodeios, uma tarde de quarta-feira, em palco até então desconhecido, marcaria para sempre os destinos e desatinos destas duas mulheres.
